sábado, 15 de Agosto de 2009
sexta-feira, 3 de Julho de 2009
domingo, 5 de Abril de 2009
Ei, psiu!

Ei, psiu, como é que você me vê? Estou tentando descobrir quem eu sou aí fora, aí onde você está. Ei, você! É, você mesmo! Gostaria de saber como é a visão fora de mim, essa visão aí que você tem quando me olha. Custa me dizer? Talvez assim, sabendo como você me vê, eu possa descobrir quem eu sou aqui dentro, aqui onde só vejo você. (Maíra Viana)
domingo, 22 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009
segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
O olhar em preto e branco...
quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
Infinito Particular...

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
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(Marisa Monte)
segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Sobre a madrugada...
"[...]porque sua penumbra nos revela sutilezas que a luz intensa disfarça [...] é nessa hora que o mundo lá fora se cala e o silêncio [...] revela nossos ruídos internos." (Ingrid Raupp)
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Etiquetas:
Foto: Ingrid Raupp
sábado, 25 de Outubro de 2008
Fome de palavras...
Descobrir combinações entre as vinte e seis letras do alfabeto para dar vida à palavra é como fazer mágica com elas. É apoderar-se da matéria bruta e construir sonhos, pensamentos, idéias e cristalizar memórias de um tempo que passou. Escrevo na tentativa de me ouvir, de me fazer entender. Escrevo porque sinto, porque penso, porque preciso! Escrevo porque de letras me alimento.sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
Na corda bamba...
Na corda bamba eu me encontro.Bamba, na corda, eu estremeço.
Um sopro de coragem separa quem eu sou
Do que posso vir a ser.
A escolha está no traço.
No braço.
No traço da linha que ultrapasso.
Nas entrelinhas que desalinham o que sei,
E desequilibram quem eu sou.
Se por um momento vacilo,
Oscilo,
Balanço,
É porque o vento soprou mais forte.
Sem norte.
Como que querendo me levar.
Por sorte, sou equilibrista da vida.
Malabarista.
E, por ora, decido arriscar.
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